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  • Boletim Semanal [25/05]

    Brasil • Fluxo Estrangeiro: Saída líquida de R$ 2,0 bi na semana; maio acumula -R$ 11,7 bi. • Macro: Ambiente doméstico teve suporte da queda dos juros e apreciação cambial, mas o mercado segue sensível ao cenário político. • Destaques: Usiminas +13,5% | Minerva -14,1%. Internacional • Mercados: S&P 500 +0,9% | Nasdaq +1,2% | Dow Jones +2,1%. • Petróleo: Brent -4,7%, com avanço das negociações entre EUA e Irã. • Macro: Ata do Fed trouxe tom mais duro, aumentando cautela com inflação e juros nos EUA. • Balanços: Temporada do 1T26 terminou forte, com mais de 82% das empresas do S&P superando expectativas. Visão Estratégica: O curto prazo segue mais desafiador para ativos brasileiros, principalmente pela saída de capital estrangeiro e pelos ruídos locais. No exterior, o ambiente continua mais favorável, sustentado por tecnologia e balanços fortes. Expectativas para a próxima semana - 25 a 30/05 • EUA: Core PCE e revisão do PIB do 1T. • Brasil: PIB 1T26, IPCA-15, Caged e PNAD.

  • Newsletter Maio

    WFlow participa da CBN Vale para falar sobre endividamento dos brasileiros Nosso assessor de investimentos da WFlow, Claudiner Sanches Junior, participou de entrevista na CBN Vale para analisar um tema que vem impactando diretamente a realidade financeira de milhões de brasileiros: o crescimento do endividamento no país. Durante a participação, Claudiner comentou os dados que apontam que cerca de 80 milhões de brasileiros convivem atualmente com algum tipo de dívida, cenário influenciado principalmente pelo aumento do custo de vida, juros elevados e dificuldades de reorganização financeira em muitas famílias. Na entrevista, também foram discutidos os impactos da inflação no orçamento doméstico, o comportamento do consumo diante das pressões econômicas e os desafios enfrentados por quem busca manter as contas em equilíbrio em meio às despesas do dia a dia. Segundo o assessor, o planejamento financeiro se torna ainda mais importante em períodos de instabilidade econômica. A organização das finanças, o controle dos gastos e a criação de estratégias para redução de dívidas podem ajudar a recuperar a saúde financeira e trazer mais previsibilidade para o futuro. A participação na rádio reforça o compromisso da WFlow em levar informação financeira de forma clara, acessível e conectada aos desafios reais da população, contribuindo para ampliar o debate sobre educação financeira e tomada de decisão consciente. Renda dos brasileiros e custo de vida em debate no SBT Vale do Paraíba Nosso assessor de investimentos da WFlow, Claudiner Sanches Junior, participou de entrevista no SBT Vale do Paraíba para comentar um cenário que vem impactando diretamente o orçamento das famílias brasileiras: o alto comprometimento da renda com despesas essenciais. Durante a participação, Claudiner analisou os dados que mostram que aproximadamente 60% da renda dos brasileiros está direcionada para gastos básicos, como alimentação, moradia, transporte, saúde e contas do dia a dia. Na entrevista, também foram discutidos os efeitos da inflação, do aumento do custo de vida e da perda do poder de compra da população, fatores que dificultam o equilíbrio financeiro e reduzem a capacidade de poupança e investimento das famílias. Segundo o assessor, o planejamento financeiro se torna cada vez mais necessário para ajudar na organização das despesas, no controle do orçamento e na construção de uma relação mais saudável com o dinheiro, especialmente em períodos de maior pressão econômica. Nossa participação reforça o compromisso da WFlow em promover informação financeira acessível e contribuir para debates relevantes sobre educação financeira e gestão consciente dos recursos.

  • Boletim Semanal [17/05]

    Brasil • Fluxo Estrangeiro: Saída líquida de R$ 3,2 bi na semana. • Macro: IPCA de abril veio em linha, mas com composição pior, pressionando ativos sensíveis a juros. • Mercado: Bolsa sofreu com aumento do prêmio de risco local e realização após o rali do início do ano. • Destaques: Braskem +35,8% | Localiza -13,8%. Internacional • Mercados: S&P 500 +0,1% | Nasdaq +0,3%. • Petróleo: Brent subiu 8,0%, voltando para perto de US$ 109/barril. • Macro: CPI e PPI dos EUA vieram acima do esperado, reforçando cautela com juros americanos. Visão Estratégica: O curto prazo ficou mais desafiador para os ativos brasileiros, com pressão de juros, petróleo elevado e saída de fluxo estrangeiro. O cenário segue exigindo maior seletividade e cautela. Expectativas para a próxima semana - 17 a 22/05 • Internacional: ata do FOMC, PMIs de maio nas principais economias e, na China, decisão de juros do PBoC e dados de atividade de abril. • Brasil: agenda mais leve, com destaque para o IBC-Br de março

  • Boletim Mensal XP [Alocação Mai’2026]

    Maio segue com um cenário global ainda desafiador, marcado pelas tensões no Oriente Médio e seus impactos sobre inflação, petróleo e política monetária. No Brasil, as projeções foram revisadas para IPCA de 5,3% e Selic de 13,75% ao final de 2026, em um ambiente que segue exigindo cautela e seletividade na alocação dos investimentos. Nesse contexto, seguimos priorizando estratégias baseadas em diversificação, qualidade e visão de longo prazo na construção das carteiras. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [11/05]

    Brasil • Fluxo Estrangeiro: Saída líquida de R$ 2,2 bi na semana. • Setores: Destaques positivos para Educação (+10,4%), Agro (+8,6%) e Varejo (+7,9%); Óleo & Gás (-5,4%) liderou as quedas. • Macro: Ata do Copom reforçou continuidade do ciclo de cortes da Selic, mas com preocupação sobre inflação. • Destaques: Smart Fit +17,1% | Magazine Luiza -13,1%. Internacional • Mercados: S&P 500 +2,3% | Nasdaq +5,5%, impulsionados por balanços fortes e retomada do tema IA. • Petróleo: Brent caiu 7,3%, após sinais de desescalada entre EUA e Irã. • Macro: Payroll forte reforçou a resiliência da economia americana. Visão Estratégica: O curto prazo segue mais desafiador para o Brasil, com fluxo externo mais fraco e pressão sobre commodities. No exterior, o ambiente continua mais favorável aos ativos americanos e ao tema de tecnologia/IA. Expectativas para a próxima semana - 11 a 15/05 • EUA: CPI, PPI e vendas no varejo. • Brasil: IPCA, varejo e serviços. • China: CPI e PPI.

  • Boletim Mensal XP [Macro Mai’2026]

    Política monetária contracionista, real mais forte O conflito no Oriente Médio segue pressionando os mercados e levando os bancos centrais a uma postura mais cautelosa. Nesse cenário, o Brasil aparece como um “vencedor relativo”, apoiado pelo avanço das exportações de commodities e pela melhora dos termos de troca. A XP manteve a projeção de crescimento do PIB em 2,0% para 2026 e 1,2% para 2027, mas elevou a inflação para 5,3% neste ano. A Selic deve encerrar 2026 em 13,75%, com o câmbio projetado em R$ 5,00 por dólar ao fim do ano. Nesse ambiente, a estratégia segue baseada em prudência, diversificação e visão de longo prazo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Perspectivas para Maio | Maio reforça a leitura positiva…

    Maio reforça a leitura positiva… Abril manteve a Bolsa brasileira em evidência, embora com desempenho abaixo dos mercados globais. No mês, as bolsas internacionais avançaram com a retomada da tese de IA e o bom resultado das big techs, enquanto no Brasil houve pressão sobre a tese HALO (Ativos Pesados, Baixa Obsolescência), commodities e cíclicas domésticas, além da piora na leitura sobre o ciclo de afrouxamento monetário. Mesmo com a correção no curto prazo, o fluxo estrangeiro para o Brasil seguiu positivo no consolidado de abril, em R$ 8,2 bilhões, reforçando a atratividade do mercado brasileiro no cenário de emergentes. Diante desse cenário, os analistas XP revisaram o valor justo do Ibovespa para 205 mil pontos ao fim de 2026, apoiada em lucros mais altos e juros reais ligeiramente menores. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [04/05]

    Brasil • Mercado de Ações: Desempenho mais fraco que o exterior, com pressão em cíclicos e commodities. • Fluxo Estrangeiro: Sinais de enfraquecimento do capital estrangeiro. • Macro: O Copom cortou a Selic para 14,50% e reconheceu deterioração do cenário inflacionário; XP projeta Selic de 13,50% no fim do ano. • Destaques: Quedas relevantes em Vale, WEG e Suzano; construtoras também pressionadas. Internacional • Mercados: S&P 500 +0,6% | Nasdaq +0,5%, sustentados por balanços fortes. • Petróleo: Acima de US$ 100, com tensões no Oriente Médio. • Macro: O Fed manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, em linha com o esperado. Visão Estratégica: O Brasil segue mais pressionado no curto prazo pela combinação de petróleo alto, perda de tração dos fluxos e abertura da curva de juros. Ao mesmo tempo, a temporada de resultados começa a separar melhor vencedores e perdedores, reforçando a importância da seletividade. Expectativas para a próxima semana - 04 a 08/05 • EUA: Payroll, ISM e confiança do consumidor. • Brasil: Ata do Copom, produção industrial e balança comercial.

  • Boletim Semanal [27/04]

    Brasil • Mercado de Ações: Desempenho inferior ao de outros mercados, com pressão após o enfraquecimento dos fluxos estrangeiros. • Fluxo Estrangeiro: Saídas líquidas de cerca de R$ 3,0 bi nos últimos 7 pregões. • Setores: Apenas Óleo & Gás e Saneamento fecharam em alta; Educação, Bancos e Propriedades Comerciais ficaram entre os piores desempenhos. • Destaques: Hapvida +15,2% | C&A -13,0% | Yduqs -10,3%. Internacional • Aversão ao Risco: O conflito no Oriente Médio continuou no centro das atenções, com extensão dos cessar-fogos e permanência das apreensões no Estreito de Ormuz; o Brent voltou a subir acima de US$ 100/barril. • Mercados: S&P 500 +0,5% | Nasdaq +2,4%, sustentados por rali de alívio e uma temporada de resultados forte. • Balanços: Das 137 empresas do S&P 500 que já reportaram, 78,9% superaram as estimativas de lucro, com surpresa média de 10,2%. Visão Estratégica: O mercado brasileiro perdeu força na semana, com redução dos fluxos estrangeiros e abertura da curva de juros. No curto prazo, o comportamento dos ativos segue sensível ao petróleo, à geopolítica no Oriente Médio e à trajetória dos juros locais. Expectativas para a próxima semana - 27/04 a 01/05 • Internacional: decisão do FOMC, PIB dos EUA no 1T26 e dados de PMI na China. • Brasil: Boletim Focus, IPCA-15 de abril, decisão de juros do Copom e Caged de março.

  • Newsletter Abril | Wflow é destaque no portal Band e TV Câmara Litoral

    Alta da gasolina em 2026: impacto no bolso dos brasileiros e como se proteger O aumento nos preços da gasolina e do diesel voltou a pressionar o orçamento das famílias e o momento é delicado. Com mais de 80 milhões de brasileiros endividados, segundo a CNC, qualquer choque adicional nos custos pode ter consequências sérias. Por que os combustíveis subiram? A origem está no cenário geopolítico internacional. A escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã fez o petróleo disparar, à medida que o mercado passou a precificar o risco de interrupção no fornecimento global. A análise é do nosso assessor de investimentos, Claudiner Sanches Junior, que foi consultado pelo portal Band sobre o tema. O efeito cascata A alta dos combustíveis não fica restrita aos postos. Ela impacta diretamente o frete e a logística, o que encarece alimentos e eleva a inflação medida pelo IBGE. Com o orçamento pressionado, as famílias tendem a cortar gastos, adiar compras e recorrer ao crédito para cobrir despesas básicas, aprofundando o endividamento. Crédito como "tampão": um alerta importante Usar crédito para pagar contas do dia a dia é uma armadilha. Os juros correm, a dívida cresce e a saída fica cada vez mais difícil. Em um cenário de inadimplência elevada, esse comportamento é um sinal de alerta que não pode ser ignorado. O que fazer na prática? 1. Mapeie seus gastos e identifique o que pode ser cortado. 2. Priorize o pagamento de dívidas com juros altos, como cartão e cheque especial. 3. Evite usar crédito para despesas correntes. 4. Construa uma reserva de emergência, mesmo que pequena. 5. Busque orientação de um assessor financeiro para reorganizar o orçamento. Planejamento financeiro é o melhor antídoto Choques externos, como guerras e oscilações no petróleo, são imprevisíveis. Quem tem as finanças organizadas absorve esses impactos com muito mais tranquilidade. Na WFlow, nosso time está pronto para ajudar você a tomar decisões mais seguras, independentemente do cenário. Confira a matéria completa do portal Band AQUI Repercussão na TV Câmara Caraguatatuba (SP) AQUI

  • Boletim Semanal [20/04]

    Brasil • Mercado de Ações: O mercado local acompanhou a melhora do apetite global por risco no início da semana, mas as ações ligadas a óleo e gás ficaram para trás com a queda do petróleo. • Fluxo Estrangeiro: Entradas líquidas de R$ 648 milhões na semana e R$ 14,7 bilhões em abril.      • Destaques: Localiza (RENT3/RENT4) +4,4% / +4,5% | Brava (BRAV3) -10,2% • Macro:  O IBC-Br avançou 0,6% em fevereiro frente a janeiro, em linha com as estimativas da XP. Internacional • Aversão ao Risco: A melhora do sentimento global veio com sinais de avanço nas negociações entre Irã e EUA, cessar-fogo entre Israel e Líbano e abertura do Estreito de Ormuz à navegação comercial no período do cessar-fogo. • Mercados: S&P 500 +4,5% | Nasdaq +6,2%; o Brent recuou 2,5%, para perto de US$ 92/barril. • Balanços: A temporada de resultados do 1T26 começou forte, com 80,4% das 46 empresas do S&P 500 acima das estimativas de lucro. Visão Estratégica: O Brasil segue favorecido pelo fluxo estrangeiro e pela queda do câmbio, mas o comportamento dos ativos continua muito sensível ao petróleo e ao cenário geopolítico. O tom geral da semana foi de alívio global, com maior suporte para risco, mas ainda com seletividade setorial no mercado. Expectativas para a próxima semana - 19 a 24/04 • Internacional: PMIs de abril nas principais economias ocidentais e vendas no varejo dos EUA. • China: Banco central define as taxas de juros de empréstimos de curto e médio prazo. • Brasil: Estatísticas do setor externo de março, com atenção aos impactos da alta do petróleo e dos fretes.

  • Boletim Semanal [13/04]

    Brasil • Mercado de Ações: Rali contínuo, com o Brasil acompanhando a melhora do apetite global por risco. • Fluxo Estrangeiro: Entradas de aproximadamente R$ 3,2 bi em abril até o momento. • Macro:  IPCA de março acelerou para 0,88%; a XP revisou a projeção de inflação de 2026 de 4,8% para 5,1%. • Setores: Bond-proxies e Financeiros lideraram; Óleo & Gás e Agro ficaram para trás com a queda do petróleo. • Destaques: HAPV3 +24,8% | AZZA3 -17,3%. Internacional • Aversão ao Risco: Cessar-fogo de duas semanas entre EUA e Irã reduziu tensões e derrubou o Brent em 13,4%, para cerca de US$ 94/bbl; depois, as tensões voltaram a subir com ataques no Líbano. • Mercados: S&P 500 +3,6% | Nasdaq +4,5%. • Macros: CPI de março nos EUA mostrou forte alta na energia, mas núcleo abaixo das expectativas. Visão Estratégica: O Brasil segue bem posicionado no curto prazo, sustentado por fluxo estrangeiro e pelo alívio nos preços do petróleo. Ainda assim, a trajetória dos mercados continua sensível ao cenário geopolítico e à inflação, especialmente nos EUA e no Brasil. Expectativas para a próxima semana - 13 a 17/04 • Internacional: dados de atividade na China, CPI da Zona do Euro e PPI dos EUA. • Brasil: foco em atividade econômica; a XP espera alta de 1,0% no varejo ampliado em fevereiro, 0,5% em serviços e avanço de 0,3% no IBC-Br.

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