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  • Boletim Semanal [23/02]

    Brasil • Liquidez reduzida com desempenho consistente. • Curva de juros levemente em queda. • Destaques: Axia Energia +4,7% / +7,9% (ações e units)  | Pão de Açúcar -11,9%. Internacional • EUA: S&P 500 +1,1% | Nasdaq +1,1%. • PCE acima do esperado e PIB dos EUA mais fraco. • Balanços: 75% das empresas do S&P 500 superaram estimativas. Visão Estratégica: O ambiente ainda favorece risco em mercados emergentes, mas de maneira mais seletiva. A captura de retorno passa a depender mais da qualidade dos ativos e da consistência. Expectativas para a próxima semana - 23 a 27/02 • Brasil: IPCA-15 de fevereiro, Caged (emprego formal) e dados de crédito e setor externo. • Internacional: PPI nos EUA, sondagens de atividade e decisão de juros na China.

  • Boletim Semanal [16/02]

    Brasil • Fluxo estrangeiro forte (+R$ 4,2 bi na semana | +R$ 33,5 bi em 2026). • Temporada de resultados ganha protagonismo. • Destaques: Suzano +16,2%, Cogna -9,2% Internacional • Exterior pressionado: S&P 500 -1,4% | Nasdaq -1,4%, impactados por preocupações com o tema de inteligência artificial • Dados macro EUA: Emprego acima do esperado e CPI de janeiro levemente abaixo das expectativas • Balanços: Temporada de resultados segue sólida com 76% das empresas do S&P 500 superando as estimativas. Leitura Estratégica: O fluxo global segue favorecendo o Brasil, porém o mercado entra em fase mais seletiva, o foco agora está na qualidade dos balanços e nos fundamentos. Expectativas para a próxima semana - 16 a 20/02 • EUA: Destaque para PIB do 4T25 e indicador de inflação PCE.   • Brasil: Semana curta por Carnaval.

  • Boletim Semanal [09/02]

    Brasil Mercado de Ações: Início de fevereiro positivo, porém em ritmo mais contido após o forte rali de janeiro. Fluxo Estrangeiro: Entrada líquida de +R$ 2,9 bi na semana. Temporada de Resultados: Itaú +2,8%, Bradesco -3,3%, Santander -6,5%. Destaques: C&A +9,3% | Totvs -15,0%. • Commodities: Petrobras em queda; Vale encerrou a semana em leve alta. Internacional Exterior pressionado: S&P 500 -0,1%, Nasdaq -1,9%, com rotação para Dow Jones (+2,5%) e Russell 2000 (+1,2%). Tecnologia: Pressão sobre big techs e maior ceticismo sobre retornos em IA. Balanços: Temporada segue sólida, com 79% das empresas do S&P 500 superando expectativas. Expectativas para a próxima semana - 09 a 13/02 EUA: Payroll e inflação (CPI) China: PPI e CPI de janeiro Brasil: IPCA de janeiro, vendas no varejo (PMC) e serviços (PMS).

  • Boletim Mensal XP [ Alocação Fev’2026]

    O mês foi marcado por mudanças relevantes na geopolítica global, com a nova Estratégia de Defesa dos EUA e seus desdobramentos recentes. Mesmo diante das incertezas, a economia americana segue resiliente, apoiada por investimentos em IA e políticas expansionistas, o que elevou as perspectivas de crescimento global para 2026. A indicação para a presidência do Fed reduziu riscos de politização da política monetária, trazendo maior equilíbrio às expectativas de juros. Nesse ambiente, os mercados emergentes — especialmente o Brasil — continuam se destacando, beneficiados pelo dólar mais fraco, rotação de fluxos globais e commodities em alta, com a bolsa renovando máximas históricas. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [02/02]

    Brasil Mercado de Ações: Continuidade do rali com fluxo estrangeiro de +R$ 5,3 bi na semana.     • Destaques: Raízen +27,2% | Embraer -6,7% Macroeconomia:     • IPCA-15 de janeiro veio levemente abaixo das expectativas.     • Copom manteve a Selic em 15,00%, sinalizando início dos cortes em março. Internacional Ações Americanas: Semana mista, com S&P 500 (+0,3%) e Nasdaq (-0,2%). Fed: Juros mantidos, com comunicado levemente belicoso. Metais Preciosos: Forte correção no fim da semana, ouro (-9,8%) e prata (-27,9%). Expectativas para a próxima semana - 01 a 06/02 EUA: Dados do mercado de trabalho, com foco no Payroll (sexta-feira). Brasil:     • Ata do Copom, com atenção à sinalização sobre o tamanho do corte de juros em março.     • Produção industrial de dezembro (IBGE).     • Dados da balança comercial de janeiro (MDIC).

  • Do balanço de 2025 ao cenário construtivo para 2026 | Perspectivas para Janeiro

    Do balanço de 2025 ao cenário construtivo para 2026 O ano de 2025 foi marcado por elevada volatilidade nos mercados globais, mas encerrou com desempenho positivo, sustentado principalmente pelo avanço da inteligência artificial. No Brasil, o cenário foi especialmente favorável, com forte entrada de capital estrangeiro e valorização expressiva do Ibovespa, que fechou o ano próximo de sua máxima histórica. Para 2026, os fatores domésticos devem ganhar maior relevância, com destaque para a trajetória dos juros e o cenário eleitoral. A expectativa de início do ciclo de cortes da Selic, combinada a um ambiente externo mais favorável, sustenta uma visão construtiva para os ativos de risco no Brasil. Nesse contexto, os analistas XP reforçam a importância de uma estratégia bem diversificada, com foco em ativos de qualidade e visão de longo prazo. O relatório Onde Investir em 2026 aprofunda essas análises. Acesse os relatórios completos com a Retrospectiva 2025 e Onde Investir em 2026 nos links abaixo e entenda as melhores oportunidades para o seu perfil. Quanto mais você se informa, melhor você investe

  • Mercado brasileiro segue em alta | Perspectivas Dezembro/25

    Mercado brasileiro segue em alta Enquanto novembro trouxe um desempenho fraco para os mercados globais, o Brasil manteve um ritmo de alta consistente. O Ibovespa avançou 6,4% em reais e 7,3% em dólares, sustentando a tendência positiva iniciada em meados de outubro. No exterior, as bolsas ficaram praticamente estáveis: ações de tecnologia e IA caíram no início do mês e só se recuperaram na segunda metade. No Brasil, fatores domésticos começaram a ganhar mais peso. A queda dos juros tem sido o principal catalisador. Historicamente, ciclos de afrouxamento monetário no país impulsionam fortemente a Bolsa — nos últimos oito episódios, o Ibovespa subiu, em média, 39%. O mesmo efeito ocorre quando os EUA iniciam cortes de juros, período em que as ações brasileiras registraram retornos médios de 41%. Para 2026, o mercado deve contar com a combinação desses dois vetores: juros menores no Brasil e nos EUA, um ambiente historicamente favorável para ativos de risco. Diante disso, os analistas da XP elevaram a projeção do valor justo do Ibovespa para 185 mil pontos até o fim de 2026, considerando a queda das taxas reais de longo prazo e a expectativa de nova expansão de múltiplos. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo no link.

  • Outubro de contrastes: correção, virada e novos recordes | Perspectivas Novembro/25

    Outubro de contrastes: correção, virada e novos recordes Outubro foi um mês de sinais trocados. Após uma correção na primeira quinzena, o Ibovespa recuperou força e voltou a subir, atingindo novas máximas históricas em reais e se aproximando dos 150 mil pontos. Na política, o destaque ficou por conta da aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, acompanhada de novas medidas compensatórias, como a retenção de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais. Lá fora, Estados Unidos e China voltaram a protagonizar tensões comerciais, mas o  impasse durou pouco — o mês terminou com um acordo que acalmou os mercados. Por aqui, dados mais favoráveis do IPCA e a melhora nas expectativas de inflação abriram espaço para uma visão mais positiva sobre o ciclo de corte de juros. Os analistas da XP seguem projetando o Ibovespa em 170 mil pontos até o fim de 2026. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo no link.

  • Macro Global Favorável | Perspectivas Outubro/25

    Macro Global Favorável Setembro trouxe mais um mês positivo para os mercados globais, impulsionados pela retomada do ciclo de cortes do Federal Reserve. O movimento beneficiou emergentes, incluindo o Brasil, onde o Ibovespa renovou suas máximas históricas e subiu 3,4% em reais e 5,6% em dólares. O dólar recuou 2,0%, encerrando o mês a R$ 5,32 após ter sido negociado abaixo de R$ 5,30 durante o mês. Já o Copom manteve a Taxa Selic em 15% e não sinalizou cortes próximos. Os analistas XP projetam início do afrouxamento monetário no Brasil apenas em janeiro de 2026. Mantendo sua visão construtiva, a XP indica um preço justo do Ibovespa em 170 mil pontos para o final de 2026. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo no link.

  • Resiliência com otimismo renovado | Perspectivas Setembro/25

    Resiliência com otimismo renovado Agosto foi positivo para os mercados globais e domésticos. Após um julho fraco, as ações brasileiras se recuperaram, impulsionadas por um ambiente externo favorável e resultados do 2T25 acima do esperado. O Ibovespa avançou 6,3% em reais e 9,4% em dólares, retomando as máximas históricas. No Brasil, cresceram as preocupações com a atividade econômica: as vendas do varejo em junho vieram abaixo do previsto, sobretudo nos setores mais dependentes de crédito. Por outro lado, o mercado de trabalho mostrou força, com o Caged de julho registrando criação positiva de vagas formais. A XP mantém sua projeção de valor justo do Ibovespa em 150 mil pontos para o fim de 2025. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo

  • Sentimento defensivo marca início do 2º semestre | Perspectivas Agosto/25

    Sentimento defensivo marca início do 2º semestre Julho foi positivo para os mercados globais, mas as ações brasileiras recuaram após cinco meses de alta. O anúncio de tarifas de 50% pelos EUA sobre produtos brasileiros provocou a saída de R$12,5 bilhões em capital estrangeiro, principal fator da queda. O real também se desvalorizou 3%. O início do 2º semestre de 2025 tem sido marcado por aumento de incertezas, com tensões comerciais entre EUA e Brasil e especulações sobre medidas recíprocas. O cenário político interno também contribuiu para a cautela, impulsionando a busca por proteção diante da inclinação da curva de juros e da fraqueza do real. Por outro lado, isenções anunciadas, que abrangem cerca de 35% das exportações, devem amenizar o impacto. A XP mantém a projeção do valor justo do Ibovespa em 150 mil pontos. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo

  • Inteligência Artificial - aliada ou vilã para quem atua no mercado de trabalho?

    A 20 anos atrás quando defendi a minha tese de mestrado sobre “Inteligência em Marketing” o objetivo era dissertar sobre até onde as máquinas poderiam substituir o ser humano nas tomadas de decisões mercadológicas e naquela época a conclusão que chegamos é que estávamos muito próximos disso. Hoje em dia com toda a evolução tecnológica e o aparecimento da Inteligência Artificial (IA) acessível a todos e num nível absurdo de desenvolvimento, ainda pairam na cabeça de muitas pessoas uma questão bastante correlata àquela de anos atrás, ou seja, quando será que as máquinas irão substituir o ser humano no mercado de trabalho? É verdade que IA tem transformado profundamente o ambiente corporativo, trazendo uma série de benefícios que impactam diretamente a vida dos executivos. Entre as principais vantagens, destacam-se a automação de tarefas rotineiras, permitindo que lideranças foquem em decisões estratégicas, e a análise avançada de dados, que oferece insights precisos para orientar planos e ações. Passados estes 20 anos acompanhando e estudando a evolução da IA, chego a seguinte conclusão: ela veio para somar e não para substituir o ser humano. Para aqueles profissionais que acreditarem nela, que estudam e fazem uso, será uma grande ferramenta para substituir tarefas que agregam pouco valor à atividade “core” do negócio, já para aqueles profissionais que não acreditam e que forem reticentes a sua adoção, a IA definitivamente será um vilão na vida dessas pessoas.

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