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- Perspectivas para Setembro
Bolsa brasileira segue atrativa, apesar da volatilidade No Brasil, agosto foi mais um mês de pressão para a Bolsa, refletindo a saída de investidores estrangeiros e uma temporada de resultados abaixo do esperado. Mesmo assim, os analistas XP avaliam que os preços seguem atrativos e identifica boas oportunidades em empresas de qualidade que ficaram para trás. No cenário internacional, as bolsas avançaram com o forte desempenho das empresas americanas, principalmente de tecnologia e inteligência artificial. Esse movimento direcionou mais capital para os EUA e reduziu o fluxo para mercados emergentes, como o Brasil. Para setembro, a expectativa é de continuidade da volatilidade, influenciada pelo cenário eleitoral e pelos desafios da economia brasileira. Ainda assim, a XP mantém uma visão positiva para a renda variável e seu valor justo para o Ibovespa em 200 mil pontos ao final de 2026, reforçando o potencial de valorização no longo prazo. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.
- Boletim Semanal [31/08]
Brasil • Mercado de Ações: avanço sustentado pelo IPCA-15 mais benigno e melhora das condições no mercado de juros. • Fluxo Estrangeiro: entrada de R$ 2,7 bi até quarta-feira, revertendo parcialmente as fortes saídas recentes; agosto ainda acumula -R$ 18,7 bi. • Macro: CAGED reforçou sinais de desaceleração gradual da economia, embora o mercado de trabalho permaneça resiliente. • Setores: Educação +8,1%, Construção Civil +5,8% e Mineração & Siderurgia +5,7% lideraram; Óleo & Gás caiu 1,5%. • Destaques: YDUQ3 +12,8% | MGLU3 +11,5% | USIM5 +10,1%. Na ponta negativa, BRAV3 -9,3% | MBRF3 -6,1%. Internacional • Bolsas americanas tiveram leve alta: S&P 500 +0,5% | Nasdaq +0,4% | Dow Jones +0,5%. Nvidia impulsionou tecnologia e reforçou o otimismo com IA. Em contrapartida, o Fed manteve tom mais duro e o PCE veio ligeiramente acima do esperado. O Brent caiu cerca de 5%, com redução dos temores de escalada militar entre EUA e Irã. Visão Estratégica: O ambiente doméstico apresentou melhora no curto prazo, com inflação mais favorável, juros curtos em queda e retorno do fluxo estrangeiro. A continuidade do movimento, porém, dependerá dos próximos dados de atividade e do cenário de juros nos EUA. Expectativas para a próxima semana - 31/08 a 04/09 • Brasil: PIB do 2T26 — XP projeta +0,4% no trimestre —, produção industrial e balança comercial. • EUA: Payroll, ADP e PMIs. • Europa: inflação, desemprego e atividade econômica.
- Boletim Semanal [24/08]
Brasil • Mercado de Ações: recuperação do Ibovespa, apoiada pela queda dos juros e pelo avanço de 4,7% do Brent. • Fluxo Estrangeiro: segue como principal ponto de pressão. Agosto acumula saída de R$ 22,0 bi, reduzindo o saldo positivo de 2026 para R$ 14,4 bi. • Resultados 2T26: temporada terminou fraca, com apenas 29% das empresas superando expectativas de receita, 26% de EBITDA e 41% de lucro líquido. • Setores: Agro +13,4%, Óleo & Gás +5,1% e Papel & Celulose +4,9% lideraram as altas; Bancos recuaram 3,6%. • Destaques: BEEF3 +25,0% | MBRF3 +19,0% | SLCE3 +18,9%. Na ponta negativa, GOAU4 -9,5% | GGBR4 -9,3%. O setor de proteínas foi beneficiado pela liberação temporária, pelos EUA, de até 300 mil toneladas de carne bovina sem tarifa adicional. Internacional • Semana negativa nas bolsas americanas: S&P 500 -1,3% | Nasdaq -2,5% | Dow Jones -0,8%. A alta dos Treasuries pressionou principalmente tecnologia e IA, enquanto o Brent se aproximou de US$ 93/barril diante das tensões entre EUA e Irã. Visão Estratégica: A recuperação do Ibovespa traz algum alívio após a forte correção recente, apoiada pela queda dos juros e valorização do real. Entretanto, a persistente saída de capital estrangeiro e a temporada fraca de resultados recomendam cautela. No exterior, juros americanos elevados e riscos geopolíticos continuam como importantes fontes de volatilidade. Expectativas para a próxima semana - 24 a 28/08 • Brasil: IPCA-15, PNAD, CAGED e IGP-M. • EUA: PCE, PIB do 2T26 e revisão dos dados de emprego. • Mercados: atenção também ao Jackson Hole e aos resultados de Nvidia e outras empresas de tecnologia.
- Boletim Semanal [17/08]
Brasil • Inflação: o IPCA de julho avançou 0,07%, acima das expectativas, pressionando principalmente os juros longos. O DI Jan/36 subiu 27 bps, para 14,68%. • Fluxo estrangeiro: retirada de aproximadamente R$ 8 bilhões na semana até quarta-feira. Em agosto, a saída já alcança R$ 13,6 bi, embora o saldo acumulado de 2026 ainda seja positivo em R$ 22,8 bi. • Resultados corporativos: temporada do 2T26 veio abaixo do esperado. Apenas 29% das empresas superaram as estimativas de receita, 25% de EBITDA e 42% de lucro líquido. • Setores: destaque positivo para Bens de Capital (+1,2%) e Óleo, Gás e Petroquímicos (+0,5%). As maiores quedas ficaram com Educação (-7,9%), Transportes (-7,3%) e Varejo (-6,6%). • Ações: Embraer +6,8% foi o destaque positivo após bons resultados do 2T26. Hapvida -37,4% liderou as perdas, pressionada pela piora da sinistralidade e aumento das despesas com judicialização. Internacional • Os mercados tiveram desempenho mais favorável: Nasdaq-100 +1,1% | S&P 500 +0,3% | Dow Jones -0,6%. • Inflação americana em linha e PPI abaixo do esperado sustentaram o apetite por risco, enquanto o setor de semicondutores ganhou força com a continuidade dos investimentos ligados à inteligência artificial. • O Brent permaneceu próximo de US$ 88/barril. Visão Estratégica: O mercado doméstico atravessa um período de maior aversão a risco, combinando inflação acima do esperado, abertura dos juros, resultados corporativos mais fracos e forte saída de capital estrangeiro. O movimento do dólar para R$ 5,22 reforça a pressão sobre ativos mais dependentes da economia brasileira. Expectativas para a próxima semana - 17 a 21/08 • No Brasil, agenda mais leve, com IBC-Br, IGP-10 e Boletim Focus. • No Exterior, atenção para a ata do FOMC, dados de atividade da China, inflação no Japão e Reino Unido e continuidade da temporada de balanços internacionais.
- Boletim Mensal XP [Alocação Ago’2026]
O relatório de agosto reforça um cenário de maior cautela, com novas tensões no Oriente Médio, volatilidade do petróleo e juros elevados por mais tempo no cenário global. No Brasil, a Selic foi reduzida para 14,0%, mas a XP espera uma pausa no ciclo de cortes. Nesse contexto, a renda fixa pós-fixada segue como principal destaque na alocação, títulos indexados à inflação e prefixados apresentam oportunidades, especialmente nos vencimentos intermediários, enquanto bolsa e ativos de maior risco exigem seletividade. Seguimos priorizando diversificação, qualidade e disciplina na construção das carteiras, mantendo atenção às oportunidades que podem surgir com a evolução do cenário. Quanto mais você se informa, melhor você investe.
- Boletim Semanal [10/08]
Brasil • Mercado de Ações: Petróleo em queda pressionou o índice, especialmente o setor de Óleo, Gás e Petroquímicos (-3,1%). • Selic: Copom reduziu a taxa para 14,00%, mas adotou tom mais conservador. O mercado passou a precificar cerca de 70% de chance de novo corte de 0,25 p.p. • Fluxo Estrangeiro: Saída líquida de R$ 834 milhões até 5/08; no ano, o saldo estrangeiro permanece positivo em R$ 35,6 bi. • Setores: Bens de Capital +3,4% e Construção Civil +2,6% lideraram; Óleo & Gás -3,1% e Bancos -2,7% ficaram na ponta negativa. • Destaques: Fleury +10,8% | Marcopolo -15,1%. Internacional • Mercados: S&P 500 +3,5% | Nasdaq +5,1% | Dow Jones +3,0%. • Geopolítica: Expectativa de acordo entre EUA e Irã para reabertura do Estreito de Ormuz favoreceu os ativos de risco. • Petróleo: Brent caiu 5,8%, encerrando próximo de US$ 83/barril. • EUA: Payroll decepcionou, com -23 mil vagas, levando ao fechamento dos juros americanos. Visão Estratégica: O mercado brasileiro se descolou do bom desempenho externo, pressionado principalmente pelo petróleo e pelos resultados corporativos. O corte da Selic é positivo para ativos domésticos, mas o tom cauteloso do Copom indica que o ciclo de redução dos juros deverá seguir de forma gradual. Expectativas para a próxima semana - 10 a 14/08 • Brasil: IPCA de julho, ata do Copom, vendas no varejo e serviços, além de uma agenda intensa de balanços do 2T26. • EUA: CPI e PPI de julho e vendas no varejo. • Europa: PIB do 2T26.
- Boletim Mensal XP [Macro Ago’2026]
Inflação dá sinais de alívio, enquanto cenário ainda recomenda cautela Os dados recentes mostram desaceleração da atividade e inflação mais favorável, embora ainda existam riscos que recomendem cautela. A XP mantém para 2026 projeções de PIB em 2,0%, IPCA em 5,1% e Selic em 14,0%. Caso a melhora da inflação se confirme, o Banco Central poderá seguir com cortes graduais de juros. Nesse cenário, mantemos o foco em diversificação, disciplina e visão de longo prazo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.
- Perspectivas para Agosto
Inflação mais favorável e fluxo externo fortalecem o mercado brasileiro No Brasil, julho foi um mês positivo para a Bolsa brasileira. O retorno do investidor estrangeiro, a inflação mais comportada e a expectativa de novos cortes na Selic impulsionaram o Ibovespa. Mesmo com juros elevados e incertezas fiscais, os analistas entendem que esses riscos já estão, em grande parte, refletidos nos preços. No cenário internacional, os mercados foram pressionados pela realização das ações ligadas à inteligência artificial e pelas tensões no Oriente Médio. Ainda assim, a rotação de capital favoreceu mercados como o Brasil, contribuindo para a volta do fluxo estrangeiro. Para agosto, os analistas XP mantêm uma visão positiva. Apesar da volatilidade esperada com o cenário político, os analistas seguem vendo o valor justo do Ibovespa em 200 mil pontos ao final de 2026, indicando potencial relevante de valorização para quem investe com foco no longo prazo. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.
- Boletim Semanal [03/08]
Brasil • Mercado de Ações: O IPCA-15 de julho subiu apenas 0,06%, abaixo das expectativas, beneficiando empresas domésticas e sensíveis aos juros. • Temporada de Resultados: Desempenho misto, com Embraer acima das expectativas e números mais fracos de Vivo, TIM, Santander e Usiminas. • Setores: Destaques para Educação (+9,8%), Alimentos & Bebidas (+4,8%) e Saúde (+4,2%). TMT recuou 3,1%. • Destaques: MBRF +18,2% | Usiminas -13,7%. Internacional • Mercados: S&P 500 +1,0%, Nasdaq +0,5% e Dow Jones +1,0% em dólares. • Tecnologia: Microsoft e Amazon sustentaram o tema de IA, enquanto Meta e Apple decepcionaram na temporada de balanços. • Macro: Fed manteve os juros; PCE veio em linha e o PIB americano ficou abaixo do esperado. Tensões entre EUA e Irã continuaram gerando volatilidade. Visão Estratégica: A inflação doméstica mais benigna voltou a reforçar a perspectiva de queda dos juros e favoreceu os ativos locais. No entanto, a temporada de resultados segue aumentando a diferença entre empresas, enquanto o cenário geopolítico e a política monetária americana continuam como fontes de volatilidade. Expectativas para a próxima semana - 03 a 07/08 • Brasil: Decisão do Copom, com expectativa de corte da Selic para 14,00%, produção industrial e balança comercial. • EUA: Payroll, JOLTS, PMI e ISM. • Empresas Semana intensa de resultados, com Petrobras, Bradesco, Localiza, Lojas Renner, Assaí, TOTVS, C&A e outras companhias.
- Boletim Semanal [27/07]
Brasil • Mercado de Ações: Semana marcada por alta volatilidade. Após início pressionado pelos juros, o Ibovespa reagiu com melhora do apetite global por risco, mas devolveu parte dos ganhos diante da escalada das tensões no Oriente Médio. • Fluxo Estrangeiro: Saída líquida de R$ 99 milhões na semana (dados até quarta-feira). • Setores: Destaque para Bens de Capital (+4,8%), Alimentos & Bebidas (+3,6%) e Óleo, Gás & Petroquímicos (+3,5%). Na ponta negativa, Educação (-5,2%) e Saúde (-3,0%). • Destaques: CSN Mineração (CMIN3) +7,7% | Hapvida (HAPV3) -12,8%. Internacional • Mercados: S&P 500 -0,3%, Nasdaq -0,9% e Dow Jones -0,3%. • Tecnologia: Alphabet e Tesla lideraram as quedas após resultados, refletindo preocupações com elevados investimentos em IA e pressão sobre margens. • Macro: A temporada de resultados segue forte, mas a escalada das tensões entre EUA e Irã impulsionou o petróleo (Brent acima de US$ 100) e pressionou os juros americanos. Visão Estratégica: Apesar do cenário externo mais desafiador, o mercado brasileiro mostrou resiliência e conseguiu encerrar a semana no positivo. A temporada de resultados e o desempenho das commodities seguem oferecendo suporte, enquanto o cenário geopolítico e a trajetória dos juros permanecem como os principais vetores de volatilidade. Expectativas para a próxima semana - 27 a 31/07 • EUA: Decisão de juros do Fed, PIB do 2T26 e inflação PCE. • Europa: PIB, inflação (CPI) e decisão de juros do Reino Unido. • Brasil: IPCA-15, IGP-M, Caged, taxa de desemprego, estatísticas fiscais e temporada de resultados.
- Boletim Semanal [20/07]
Brasil • Mercado de Ações: Queda influenciada pelo aumento da aversão ao risco, tensões geopolíticas e anúncio de tarifas dos EUA sobre parte das importações brasileiras. • Fluxo Estrangeiro: Entrada líquida de R$ 985 milhões, amenizando parte da pressão sobre o mercado. • Setores: Destaque positivo para Óleo, Gás & Petroquímicos (+1,4%); maiores quedas em Construção Civil (-6,5%), Elétricas (-5,8%) e Saneamento (-5,6%). • Destaques: Vibra (VBBR3) +6,3% | Auren (AURE3) -11,3%. Internacional • Mercados: S&P 500 -1,1%, Nasdaq -3,8% e Dow Jones -0,6%. • Tecnologia: Forte realização no setor de semicondutores diante de preocupações com os elevados investimentos em infraestrutura de IA. • Macro: CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mas a escalada das tensões entre EUA e Irã elevou o petróleo e manteve o mercado cauteloso. Visão Estratégica: A semana reforçou que o cenário permanece sensível ao ambiente externo. Apesar do alívio trazido pela inflação americana, as tensões geopolíticas, o avanço do petróleo e as incertezas domésticas mantiveram a volatilidade elevada. Ainda assim, a continuidade da entrada de capital estrangeiro segue como um importante suporte para o mercado brasileiro. Expectativas para a próxima semana - 20 a 24/07 • Europa: Decisão de juros do BCE e PMIs preliminares. • China: Decisão de juros e indicadores de atividade. • Brasil: Relatório Bimestral de Receitas e Despesas do Governo.
- Boletim Mensal XP [Alocação Jun’2026]
O Relatório Mensal de Alocação de julho reforça que, apesar da melhora no cenário geopolítico e da queda do petróleo, o ambiente global continua exigindo cautela, com inflação persistente e juros elevados por mais tempo. No Brasil, o Copom realizou mais um corte de 0,25 p.p. na Selic, mas sinalizou que o espaço para novas reduções permanece limitado. Por isso, a renda fixa continua desempenhando papel importante na construção das carteiras, ao lado de uma estratégia diversificada e seletiva. Seguimos acompanhando o cenário de perto para avaliar eventuais ajustes na estratégia de investimentos. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

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