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  • Boletim Mensal XP [Macro Out’2026]

    O 1º turno terminou. E agora, o que realmente importa para os seus investimentos? Mais do que o resultado eleitoral, o mercado começa a olhar para a política econômica que teremos a partir de 2027, principalmente para o controle das contas públicas e da dívida. A economia está desacelerando, mas a inflação continua pressionada. A XP projeta PIB de 1,7% em 2026, IPCA de 5,1% e Selic em 13,25% no final do ano. Para 2027, a expectativa é de crescimento de apenas 1,0% e Selic chegando a 11,50%. Nesse cenário, decisões fiscais e econômicas tomadas depois das eleições poderão ter impacto importante sobre juros, dólar, Bolsa e renda fixa. Por isso, o momento não é de apostar no resultado do 2º turno. É de estar preparado para ele. Vamos aproveitar essa janela para revisar sua carteira e avaliar se a estratégia atual continua adequada ao novo cenário? Fale conosco. Veja o relatório completo

  • Boletim Mensal XP [Alocação Out’2026]

    O 1º turno passou. E o que muda para os seus investimentos? A reação do mercado ao resultado foi forte: Bolsa em alta, dólar em queda e fechamento das taxas de juros. O movimento reflete uma redução na percepção de risco fiscal, embora o cenário ainda dependa do 2º turno. Para o investidor, a principal mensagem é que o CDI continua atrativo, mas talvez seja hora de olhar além dele. Com a perspectiva de continuidade da queda da Selic, prefixados, ativos indexados à inflação e, de forma seletiva, a Bolsa brasileira podem ganhar espaço nas carteiras. Não se trata de apostar no resultado da eleição, mas de reavaliar a carteira diante de um cenário que começou a mudar. Vamos conversar!!! Este pode ser um excelente momento para revisar sua alocação e avaliar se ela continua adequada aos seus objetivos. Veja o relatório completo

  • Boletim Semanal [05/10]

    Brasil • Mercado de Ações: o ambiente eleitoral dominou a semana, aumentando a volatilidade. Na sexta-feira, o payroll mais fraco nos EUA melhorou o apetite por risco. • Atividade: desemprego ficou em 5,3%, mostrando resiliência do mercado de trabalho, enquanto a produção industrial caiu 0,6% no mês e 1,2% em 12 meses, reforçando a perda de ritmo da economia. • Fiscal: Governo Central registrou déficit primário de R$ 13,6 bilhões em agosto, melhor que a mediana das projeções. • Fluxo Estrangeiro: leve saída de R$ 263 milhões na semana; setembro acumulou entrada de R$ 9,1 bi e 2026, R$ 27,4 bi. • Setores: Educação +6,2%, Transportes +4,5% e Bancos +4,1% lideraram. Bens de Capital -3,6% e Papel & Celulose -2,9% tiveram os piores desempenhos. • Destaques: HAPV3 +24,6% | VAMO3 +22,5% | AZZA3 +19,3%. Na ponta negativa, SANB11 -5,6% | BEEF3 -5,1%. Internacional • Mercados mistos: S&P 500 -0,3% | Nasdaq-100 +0,7% | Dow Jones -1,3%. • Treasury de 10 anos chegou a 5,34%, mas dados mais fracos de inflação e emprego reduziram as apostas de nova alta do Fed em outubro. • Payroll criou apenas 29 mil vagas, enquanto o núcleo do PCE ficou em 3,0%, abaixo dos 3,3% esperados. • Brent subiu 4,1%, para perto de US$ 103/barril. Visão Estratégica: A semana mostrou uma combinação de forte valorização dos ativos brasileiros com elevada incerteza eleitoral. No exterior, dados mais fracos reduziram a pressão por novas altas de juros nos EUA, favorecendo o apetite por risco. No Brasil, a evolução da atividade e do cenário fiscal continua relevante, mas o processo eleitoral tende a dominar os mercados no curtíssimo prazo. Expectativas para a próxima semana - 05 a 09/10 • Brasil: primeiro turno das eleições presidenciais, IPCA de setembro, IGP-DI, balança comercial e PMI de serviços. • EUA: ata do FOMC e ISM de serviços. • Europa: inflação ao produtor, vendas no varejo e PMIs.

  • Perspectivas para Outubro

    Bolsa brasileira reage, mas cenário macro segue no centro das atenções Setembro trouxe uma recuperação importante, o Ibovespa avançou 5,0%, com retorno do fluxo estrangeiro e maior atenção ao cenário eleitoral. Apesar da Bolsa ainda negociar com preços descontados, a XP destaca que a trajetória dos juros, a situação fiscal e as eleições devem pesar mais nas decisões dos investidores nos próximos meses. No exterior, o ambiente ficou mais desafiador. As bolsas globais recuaram com a alta dos juros americanos — o Treasury de 10 anos chegou a 5,30% — e o petróleo voltou a superar US$ 100 por barril. Juros elevados e novas pressões inflacionárias reduziram o apetite por risco, apesar da resiliência das empresas de tecnologia e IA. Para outubro, a expectativa é de maior volatilidade, com o mercado cada vez mais sensível ao cenário eleitoral, fiscal e à trajetória dos juros. Os analistas XP mantêm o valor justo para o Ibovespa em 200 mil pontos ao final de 2026. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [28/09]

    Brasil • Inflação: IPCA-15 de setembro acelerou para 0,70%, acima dos 0,52% esperados, levando o acumulado em 12 meses a 4,47%. Energia elétrica foi a principal pressão. • Atividade: Banco Central reduziu a projeção de crescimento do PIB de 2026, enquanto a confiança do consumidor atingiu o menor nível desde novembro de 2022. • Fluxo Estrangeiro: saída de R$ 263 milhões até quarta-feira. Apesar disso, setembro ainda acumula entrada de R$ 9,0 bi e 2026, R$ 27,3 bi. • Setores: Transportes +5,7%, Saúde +1,8% e Propriedades Comerciais +1,6% lideraram. Papel & Celulose -4,8%, Mineração & Siderurgia -3,6% e Varejo -3,5% tiveram as maiores quedas. • Destaques: MGLU3 +14,7% | AZZA3 +14,1% | VAMO3 +11,9%. Na ponta negativa, RADL3 -10,6% | NATU3 -9,9% | CMIN3 -8,4%. Internacional • Semana positiva nos EUA: S&P 500 +1,3% | Nasdaq-100 +3,3% | Dow Jones +0,3%. Tecnologia e inteligência artificial sustentaram os índices, apesar da forte alta dos juros americanos, com a Treasury de 10 anos chegando a 5,22%. • O Brent caiu 5,9%, com perspectivas de avanço nas negociações entre EUA e Irã para reabertura do Estreito de Ormuz. Visão Estratégica: O cenário brasileiro ficou mais desafiador no curto prazo: inflação acima do esperado, atividade perdendo força e maior volatilidade política. Ao mesmo tempo, a queda dos juros longos e o saldo estrangeiro ainda positivo em setembro oferecem algum suporte. No exterior, o avanço das bolsas de tecnologia contrasta com juros americanos novamente em níveis elevados. Expectativas para a próxima semana - 28/09 a 02/10 • Brasil: Caged, desemprego, IGP-M, produção industrial e resultados fiscais, com atenção aos sinais de desaceleração da atividade e deterioração da inadimplência. • EUA: Payroll, PCE, JOLTS e ISM, dados importantes para os próximos passos do Fed. • Europa: prévia da inflação de setembro.

  • Boletim Semanal [21/09]

    Brasil • Selic: Copom cortou os juros em 0,25 p.p., para 13,75%, mas manteve tom cauteloso sobre os próximos passos. • Atividade: vendas no varejo vieram abaixo das expectativas, reforçando sinais de desaceleração da economia. • Fluxo Estrangeiro: saída líquida de R$ 1,04 bi na semana; setembro ainda acumula entrada de R$ 6,3 bi e 2026, R$ 24,6 bi. • Setores: TMT +2,7% e Instituições Financeiras +1,0% lideraram; Construção Civil -5,4% e Mineração & Siderurgia -4,5% foram os destaques negativos. • Destaques: YDUQ3 +6,7% | VBBR3 +5,9%. Na ponta negativa, CMIN3 -18,0% | CSNA3 -12,8%. Internacional • Mercados: S&P 500 -0,1% | Nasdaq-100 +0,9% | Dow Jones -1,7%. O Fed elevou os juros em 0,25 p.p., com sinalização mais dura, levando a Treasury de 10 anos a 5%. O petróleo permaneceu volátil e encerrou a semana em queda de 1,3%. Visão Estratégica: O cenário passou a combinar juros em direções opostas, início do ciclo de cortes no Brasil e aperto monetário nos EUA. Internamente, juros menores favorecem ativos domésticos, mas riscos fiscais e políticos seguem limitando o movimento. No exterior, juros americanos mais altos continuam como importante fonte de volatilidade. Expectativas para a próxima semana - 21 a 25/09 • Brasil: ata do Copom, Relatório de Política Monetária e IPCA-15. • EUA e Europa: PMIs de setembro. • China: decisão sobre taxas de empréstimos, com expectativa de estabilidade.

  • Boletim Semanal [14/09]

    Brasil • Mercado de Ações: cenário político foi o principal vetor positivo, favorecendo bancos e ações domésticas. • Inflação: IPCA de agosto registrou deflação mais intensa que o esperado, contribuindo para a perspectiva de continuidade do ciclo de cortes da Selic. • Fluxo Estrangeiro: entrada líquida de R$ 850 milhões até quarta-feira; saldo de 2026 alcançou +R$ 24,5 bi. • Setores: Óleo & Gás +4,5%, Saneamento +2,6% e Saúde +2,2% lideraram. Construção Civil recuou 1,5%. • Destaques: ASAI3 +8,6% | PRIO3 +6,1%. Na ponta negativa, AZZA3 -8,3%. Internacional • Semana negativa: S&P 500 -0,8% | Nasdaq-100 -0,6% | Dow Jones -1,6%. A combinação de inflação mais pressionada, alta dos Treasuries e escalada das tensões no Oriente Médio aumentou a aversão a risco. • O Brent subiu 8,7%, para cerca de US$ 104/barril, enquanto o BCE elevou os juros em 0,25 p.p. Visão Estratégica: O Brasil segue mostrando resiliência frente ao ambiente externo, apoiado pela perspectiva de queda dos juros e pela melhora recente do fluxo estrangeiro. No curto prazo, porém, política doméstica, petróleo e juros americanos devem manter a volatilidade elevada. Expectativas para a próxima semana - 14 a 18/09 • Brasil: decisão do Copom, com expectativa de corte de 0,25 p.p. da Selic, para 13,75%, além de IBC-Br e vendas no varejo. • EUA: decisão de juros do Fed e vendas no varejo. • Global: decisões dos bancos centrais da Inglaterra e Japão e dados de atividade da China.

  • Boletim Mensal XP [Alocação Set’2026]

    O cenário de setembro reforça a perspectiva de continuidade da queda dos juros no Brasil, mas ainda exige cautela diante das incertezas fiscais, eleitorais e do ambiente internacional. Para os investimentos, a renda fixa pós-fixada continua atrativa, enquanto os prefixados intermediários ganham espaço com a perspectiva de novos cortes da Selic. Na renda variável, a orientação segue seletiva, com maior cautela no Brasil e fundamentos ainda favoráveis no mercado internacional. Seguimos priorizando diversificação, qualidade e equilíbrio das carteiras, buscando capturar oportunidades sem ampliar desnecessariamente os riscos. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [07/09]

    Brasil • Mercado de Ações: cenário político levou à redução do prêmio de risco e sustentou a recuperação dos ativos brasileiros. • Fluxo Estrangeiro: entrada de aproximadamente R$ 2,7 bi até quarta-feira; saldo acumulado em 2026 alcançou +R$ 20,5 bi. • Petróleo: Brent avançou cerca de 5%, para próximo de US$ 95, beneficiando petroleiras e o real. • Setores: Propriedades Comerciais +10,3%, Óleo & Gás +8,2% e Bancos/Educação +7,2% lideraram as altas. • Destaques: MGLU3 +25,3% | CSNA3 +21,3% | AZZA3 +18,1%. Na ponta negativa, MBRF3 -2,5% | RAIL3 -2,4%. Internacional • Mercados: S&P 500 0,0% | Nasdaq-100 +0,2% | Dow Jones -0,3%. • Payroll muito acima do esperado reacendeu apostas em alta dos juros pelo Fed, enquanto a queda posterior dos Treasuries trouxe algum alívio. Visão Estratégica: A semana reforçou a melhora do ambiente para os ativos brasileiros, com queda dos juros, valorização do real e retomada do capital estrangeiro. O cenário político doméstico ganhou protagonismo e pode continuar influenciando o prêmio de risco, enquanto, no exterior, inflação e política monetária americana permanecem como principais fontes de volatilidade. Expectativas para a próxima semana - 07 a 11/09 • Brasil: IPCA de agosto, com expectativa de deflação, além de serviços e IGP-DI. • EUA: CPI e PPI de agosto, importantes para os próximos passos do Fed. • Europa: decisão do BCE, com expectativa de alta de 0,25 p.p. nos juros.

  • Boletim Mensal XP [Macro Set’2026]

    O cenário de setembro aponta para uma desaceleração da economia brasileira antes do esperado, com a XP revisando a projeção do PIB de 2026 para 1,7% e a expectativa de inflação reduzida para 5,0%. Esse ambiente reforça a perspectiva de continuidade dos cortes de juros, com a Selic projetada em 13,25% ao final de 2026. Para os investimentos, seguimos priorizando diversificação, qualidade e visão de longo prazo, acompanhando as oportunidades que podem surgir com a evolução do cenário econômico. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Perspectivas para Setembro

    Bolsa brasileira segue atrativa, apesar da volatilidade No Brasil, agosto foi mais um mês de pressão para a Bolsa, refletindo a saída de investidores estrangeiros e uma temporada de resultados abaixo do esperado. Mesmo assim, os analistas XP avaliam que os preços seguem atrativos e identifica boas oportunidades em empresas de qualidade que ficaram para trás. No cenário internacional, as bolsas avançaram com o forte desempenho das empresas americanas, principalmente de tecnologia e inteligência artificial. Esse movimento direcionou mais capital para os EUA e reduziu o fluxo para mercados emergentes, como o Brasil. Para setembro, a expectativa é de continuidade da volatilidade, influenciada pelo cenário eleitoral e pelos desafios da economia brasileira. Ainda assim, a XP mantém uma visão positiva para a renda variável e seu valor justo para o Ibovespa em 200 mil pontos ao final de 2026, reforçando o potencial de valorização no longo prazo. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [31/08]

    Brasil • Mercado de Ações: avanço sustentado pelo IPCA-15 mais benigno e melhora das condições no mercado de juros. • Fluxo Estrangeiro: entrada de R$ 2,7 bi até quarta-feira, revertendo parcialmente as fortes saídas recentes; agosto ainda acumula -R$ 18,7 bi. • Macro: CAGED reforçou sinais de desaceleração gradual da economia, embora o mercado de trabalho permaneça resiliente. • Setores: Educação +8,1%, Construção Civil +5,8% e Mineração & Siderurgia +5,7% lideraram; Óleo & Gás caiu 1,5%. • Destaques: YDUQ3 +12,8% | MGLU3 +11,5% | USIM5 +10,1%. Na ponta negativa, BRAV3 -9,3% | MBRF3 -6,1%. Internacional • Bolsas americanas tiveram leve alta: S&P 500 +0,5% | Nasdaq +0,4% | Dow Jones +0,5%. Nvidia impulsionou tecnologia e reforçou o otimismo com IA. Em contrapartida, o Fed manteve tom mais duro e o PCE veio ligeiramente acima do esperado. O Brent caiu cerca de 5%, com redução dos temores de escalada militar entre EUA e Irã. Visão Estratégica: O ambiente doméstico apresentou melhora no curto prazo, com inflação mais favorável, juros curtos em queda e retorno do fluxo estrangeiro. A continuidade do movimento, porém, dependerá dos próximos dados de atividade e do cenário de juros nos EUA. Expectativas para a próxima semana - 31/08 a 04/09 • Brasil: PIB do 2T26 — XP projeta +0,4% no trimestre —, produção industrial e balança comercial. • EUA: Payroll, ADP e PMIs. • Europa: inflação, desemprego e atividade econômica.

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