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  • Boletim Mensal XP [Alocação Mai’2026]

    Maio segue com um cenário global ainda desafiador, marcado pelas tensões no Oriente Médio e seus impactos sobre inflação, petróleo e política monetária. No Brasil, as projeções foram revisadas para IPCA de 5,3% e Selic de 13,75% ao final de 2026, em um ambiente que segue exigindo cautela e seletividade na alocação dos investimentos. Nesse contexto, seguimos priorizando estratégias baseadas em diversificação, qualidade e visão de longo prazo na construção das carteiras. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [11/05]

    Brasil • Fluxo Estrangeiro: Saída líquida de R$ 2,2 bi na semana. • Setores: Destaques positivos para Educação (+10,4%), Agro (+8,6%) e Varejo (+7,9%); Óleo & Gás (-5,4%) liderou as quedas. • Macro: Ata do Copom reforçou continuidade do ciclo de cortes da Selic, mas com preocupação sobre inflação. • Destaques: Smart Fit +17,1% | Magazine Luiza -13,1%. Internacional • Mercados: S&P 500 +2,3% | Nasdaq +5,5%, impulsionados por balanços fortes e retomada do tema IA. • Petróleo: Brent caiu 7,3%, após sinais de desescalada entre EUA e Irã. • Macro: Payroll forte reforçou a resiliência da economia americana. Visão Estratégica: O curto prazo segue mais desafiador para o Brasil, com fluxo externo mais fraco e pressão sobre commodities. No exterior, o ambiente continua mais favorável aos ativos americanos e ao tema de tecnologia/IA. Expectativas para a próxima semana - 11 a 15/05 • EUA: CPI, PPI e vendas no varejo. • Brasil: IPCA, varejo e serviços. • China: CPI e PPI.

  • Boletim Mensal XP [Macro Mai’2026]

    Política monetária contracionista, real mais forte O conflito no Oriente Médio segue pressionando os mercados e levando os bancos centrais a uma postura mais cautelosa. Nesse cenário, o Brasil aparece como um “vencedor relativo”, apoiado pelo avanço das exportações de commodities e pela melhora dos termos de troca. A XP manteve a projeção de crescimento do PIB em 2,0% para 2026 e 1,2% para 2027, mas elevou a inflação para 5,3% neste ano. A Selic deve encerrar 2026 em 13,75%, com o câmbio projetado em R$ 5,00 por dólar ao fim do ano. Nesse ambiente, a estratégia segue baseada em prudência, diversificação e visão de longo prazo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Perspectivas para Maio | Maio reforça a leitura positiva…

    Maio reforça a leitura positiva… Abril manteve a Bolsa brasileira em evidência, embora com desempenho abaixo dos mercados globais. No mês, as bolsas internacionais avançaram com a retomada da tese de IA e o bom resultado das big techs, enquanto no Brasil houve pressão sobre a tese HALO (Ativos Pesados, Baixa Obsolescência), commodities e cíclicas domésticas, além da piora na leitura sobre o ciclo de afrouxamento monetário. Mesmo com a correção no curto prazo, o fluxo estrangeiro para o Brasil seguiu positivo no consolidado de abril, em R$ 8,2 bilhões, reforçando a atratividade do mercado brasileiro no cenário de emergentes. Diante desse cenário, os analistas XP revisaram o valor justo do Ibovespa para 205 mil pontos ao fim de 2026, apoiada em lucros mais altos e juros reais ligeiramente menores. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [04/05]

    Brasil • Mercado de Ações: Desempenho mais fraco que o exterior, com pressão em cíclicos e commodities. • Fluxo Estrangeiro: Sinais de enfraquecimento do capital estrangeiro. • Macro: O Copom cortou a Selic para 14,50% e reconheceu deterioração do cenário inflacionário; XP projeta Selic de 13,50% no fim do ano. • Destaques: Quedas relevantes em Vale, WEG e Suzano; construtoras também pressionadas. Internacional • Mercados: S&P 500 +0,6% | Nasdaq +0,5%, sustentados por balanços fortes. • Petróleo: Acima de US$ 100, com tensões no Oriente Médio. • Macro: O Fed manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, em linha com o esperado. Visão Estratégica: O Brasil segue mais pressionado no curto prazo pela combinação de petróleo alto, perda de tração dos fluxos e abertura da curva de juros. Ao mesmo tempo, a temporada de resultados começa a separar melhor vencedores e perdedores, reforçando a importância da seletividade. Expectativas para a próxima semana - 04 a 08/05 • EUA: Payroll, ISM e confiança do consumidor. • Brasil: Ata do Copom, produção industrial e balança comercial.

  • Boletim Semanal [27/04]

    Brasil • Mercado de Ações: Desempenho inferior ao de outros mercados, com pressão após o enfraquecimento dos fluxos estrangeiros. • Fluxo Estrangeiro: Saídas líquidas de cerca de R$ 3,0 bi nos últimos 7 pregões. • Setores: Apenas Óleo & Gás e Saneamento fecharam em alta; Educação, Bancos e Propriedades Comerciais ficaram entre os piores desempenhos. • Destaques: Hapvida +15,2% | C&A -13,0% | Yduqs -10,3%. Internacional • Aversão ao Risco: O conflito no Oriente Médio continuou no centro das atenções, com extensão dos cessar-fogos e permanência das apreensões no Estreito de Ormuz; o Brent voltou a subir acima de US$ 100/barril. • Mercados: S&P 500 +0,5% | Nasdaq +2,4%, sustentados por rali de alívio e uma temporada de resultados forte. • Balanços: Das 137 empresas do S&P 500 que já reportaram, 78,9% superaram as estimativas de lucro, com surpresa média de 10,2%. Visão Estratégica: O mercado brasileiro perdeu força na semana, com redução dos fluxos estrangeiros e abertura da curva de juros. No curto prazo, o comportamento dos ativos segue sensível ao petróleo, à geopolítica no Oriente Médio e à trajetória dos juros locais. Expectativas para a próxima semana - 27/04 a 01/05 • Internacional: decisão do FOMC, PIB dos EUA no 1T26 e dados de PMI na China. • Brasil: Boletim Focus, IPCA-15 de abril, decisão de juros do Copom e Caged de março.

  • Newsletter Abril | Wflow é destaque no portal Band e TV Câmara Litoral

    Alta da gasolina em 2026: impacto no bolso dos brasileiros e como se proteger O aumento nos preços da gasolina e do diesel voltou a pressionar o orçamento das famílias e o momento é delicado. Com mais de 80 milhões de brasileiros endividados, segundo a CNC, qualquer choque adicional nos custos pode ter consequências sérias. Por que os combustíveis subiram? A origem está no cenário geopolítico internacional. A escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã fez o petróleo disparar, à medida que o mercado passou a precificar o risco de interrupção no fornecimento global. A análise é do nosso assessor de investimentos, Claudiner Sanches Junior, que foi consultado pelo portal Band sobre o tema. O efeito cascata A alta dos combustíveis não fica restrita aos postos. Ela impacta diretamente o frete e a logística, o que encarece alimentos e eleva a inflação medida pelo IBGE. Com o orçamento pressionado, as famílias tendem a cortar gastos, adiar compras e recorrer ao crédito para cobrir despesas básicas, aprofundando o endividamento. Crédito como "tampão": um alerta importante Usar crédito para pagar contas do dia a dia é uma armadilha. Os juros correm, a dívida cresce e a saída fica cada vez mais difícil. Em um cenário de inadimplência elevada, esse comportamento é um sinal de alerta que não pode ser ignorado. O que fazer na prática? 1. Mapeie seus gastos e identifique o que pode ser cortado. 2. Priorize o pagamento de dívidas com juros altos, como cartão e cheque especial. 3. Evite usar crédito para despesas correntes. 4. Construa uma reserva de emergência, mesmo que pequena. 5. Busque orientação de um assessor financeiro para reorganizar o orçamento. Planejamento financeiro é o melhor antídoto Choques externos, como guerras e oscilações no petróleo, são imprevisíveis. Quem tem as finanças organizadas absorve esses impactos com muito mais tranquilidade. Na WFlow, nosso time está pronto para ajudar você a tomar decisões mais seguras, independentemente do cenário. Confira a matéria completa do portal Band AQUI Repercussão na TV Câmara Caraguatatuba (SP) AQUI

  • Boletim Semanal [20/04]

    Brasil • Mercado de Ações: O mercado local acompanhou a melhora do apetite global por risco no início da semana, mas as ações ligadas a óleo e gás ficaram para trás com a queda do petróleo. • Fluxo Estrangeiro: Entradas líquidas de R$ 648 milhões na semana e R$ 14,7 bilhões em abril.      • Destaques: Localiza (RENT3/RENT4) +4,4% / +4,5% | Brava (BRAV3) -10,2% • Macro:  O IBC-Br avançou 0,6% em fevereiro frente a janeiro, em linha com as estimativas da XP. Internacional • Aversão ao Risco: A melhora do sentimento global veio com sinais de avanço nas negociações entre Irã e EUA, cessar-fogo entre Israel e Líbano e abertura do Estreito de Ormuz à navegação comercial no período do cessar-fogo. • Mercados: S&P 500 +4,5% | Nasdaq +6,2%; o Brent recuou 2,5%, para perto de US$ 92/barril. • Balanços: A temporada de resultados do 1T26 começou forte, com 80,4% das 46 empresas do S&P 500 acima das estimativas de lucro. Visão Estratégica: O Brasil segue favorecido pelo fluxo estrangeiro e pela queda do câmbio, mas o comportamento dos ativos continua muito sensível ao petróleo e ao cenário geopolítico. O tom geral da semana foi de alívio global, com maior suporte para risco, mas ainda com seletividade setorial no mercado. Expectativas para a próxima semana - 19 a 24/04 • Internacional: PMIs de abril nas principais economias ocidentais e vendas no varejo dos EUA. • China: Banco central define as taxas de juros de empréstimos de curto e médio prazo. • Brasil: Estatísticas do setor externo de março, com atenção aos impactos da alta do petróleo e dos fretes.

  • Boletim Semanal [13/04]

    Brasil • Mercado de Ações: Rali contínuo, com o Brasil acompanhando a melhora do apetite global por risco. • Fluxo Estrangeiro: Entradas de aproximadamente R$ 3,2 bi em abril até o momento. • Macro:  IPCA de março acelerou para 0,88%; a XP revisou a projeção de inflação de 2026 de 4,8% para 5,1%. • Setores: Bond-proxies e Financeiros lideraram; Óleo & Gás e Agro ficaram para trás com a queda do petróleo. • Destaques: HAPV3 +24,8% | AZZA3 -17,3%. Internacional • Aversão ao Risco: Cessar-fogo de duas semanas entre EUA e Irã reduziu tensões e derrubou o Brent em 13,4%, para cerca de US$ 94/bbl; depois, as tensões voltaram a subir com ataques no Líbano. • Mercados: S&P 500 +3,6% | Nasdaq +4,5%. • Macros: CPI de março nos EUA mostrou forte alta na energia, mas núcleo abaixo das expectativas. Visão Estratégica: O Brasil segue bem posicionado no curto prazo, sustentado por fluxo estrangeiro e pelo alívio nos preços do petróleo. Ainda assim, a trajetória dos mercados continua sensível ao cenário geopolítico e à inflação, especialmente nos EUA e no Brasil. Expectativas para a próxima semana - 13 a 17/04 • Internacional: dados de atividade na China, CPI da Zona do Euro e PPI dos EUA. • Brasil: foco em atividade econômica; a XP espera alta de 1,0% no varejo ampliado em fevereiro, 0,5% em serviços e avanço de 0,3% no IBC-Br.

  • Boletim Mensal XP [Macro Abr’2026]

    Combustível para a inflação O mês foi marcado por maior incerteza nos mercados globais, mesmo após o cessar-fogo temporário entre Estados Unidos e Irã. O petróleo segue cerca de 50% acima do início do ano, mantendo pressão sobre inflação, energia e fretes. No Brasil, o choque do petróleo melhora os termos de troca, fortalece o real e ajuda a arrecadação, mas também eleva a inflação e reduz o espaço para cortes de juros. Diante desse cenário, os analistas XP revisaram a projeção de IPCA de 2026 para 4,8%, elevando a Selic ao fim do ano para 13,5% e o câmbio para R$ 5,30/US$. Nesse ambiente, a estratégia segue sendo de cautela, diversificação e foco no longo prazo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Mensal XP [Alocação Abr’2026]

    O mês foi marcado por maior volatilidade nos mercados globais, diante da escalada do conflito entre Israel-EUA e Irã, que passou a afetar energia, fretes e cadeias de suprimento. O tráfego no Estreito de Ormuz caiu cerca de 90%, ampliando os riscos para inflação e crescimento. A economia dos Estados Unidos segue resiliente, mas o Fed adotou tom mais cauteloso diante da incerteza geopolítica e da pressão sobre os preços. Na Europa, a preocupação com risco de estagflação se intensificou. No Brasil, o Copom iniciou o ciclo de cortes da Selic de forma contida, com redução de 0,25 p.p., em um ambiente de inflação ainda pressionada e maior incerteza externa. Ao mesmo tempo, a bolsa brasileira segue relativamente bem posicionada, apoiada por preços atrativos e fluxo estrangeiro resiliente. Nesse contexto, a recomendação dos analistas XP é manter uma alocação equilibrada e diversificada, com maior cautela em multimercados e prefixados, com foco em ativos que preservem carrego e flexibilidade diante da volatilidade. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Perspectivas para Abril | Abril mantém a Bolsa brasileira em destaque

    Abril mantém a Bolsa brasileira em destaque Março trouxe mais volatilidade aos mercados globais com o conflito no Oriente Médio, mas as ações brasileiras mostraram maior resiliência e seguem entre os principais destinos de fluxo estrangeiro, com entradas que já superam R$ 50 bilhões no ano. Um risco importante que emerge do conflito é o impacto sobre a inflação e sobre o ciclo de afrouxamento monetário iniciado pelo Banco Central. Um conflito prolongado e preços de petróleo mais altos por mais tempo são os principais pontos de atenção, à medida que as expectativas de inflação sobem acima da meta. Mesmo com a abertura de juros e a pressão sobre setores mais sensíveis ao cenário doméstico os analistas XP mantém uma visão construtiva para a Bolsa, com o Ibovespa negociando com valorização atrativa e valor justo de 196 mil pontos para o fim de 2026. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

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