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- Momento histórico para as ações brasileiras | Perspectivas para Fevereiro
Momento histórico para as ações brasileiras Janeiro marcou um início muito forte de 2026 para o mercado brasileiro. A tese de enfraquecimento do dólar ganhou força no cenário global, impulsionando outras classes de ativos, como metais preciosos e ações de mercados emergentes. Nesse movimento, o Brasil se destacou como um dos principais beneficiários. O Ibovespa registrou um rali expressivo, com alta de +12,6% em reais e +17,4% em dólares, fortemente sustentado pela entrada de capital estrangeiro, que somou R$ 23,1 bilhões no mês — valor próximo a todo o fluxo líquido observado ao longo de 2025. Com um ambiente mais construtivo para mercados emergentes e para o Brasil, os analistas XP revisaram suas projeções, elevando o valor justo do Ibovespa para 190 mil pontos, com cenário otimista em 235 mil pontos. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.
- Boletim Semanal [02/02]
Brasil Mercado de Ações: Continuidade do rali com fluxo estrangeiro de +R$ 5,3 bi na semana. • Destaques: Raízen +27,2% | Embraer -6,7% Macroeconomia: • IPCA-15 de janeiro veio levemente abaixo das expectativas. • Copom manteve a Selic em 15,00%, sinalizando início dos cortes em março. Internacional Ações Americanas: Semana mista, com S&P 500 (+0,3%) e Nasdaq (-0,2%). Fed: Juros mantidos, com comunicado levemente belicoso. Metais Preciosos: Forte correção no fim da semana, ouro (-9,8%) e prata (-27,9%). Expectativas para a próxima semana - 01 a 06/02 EUA: Dados do mercado de trabalho, com foco no Payroll (sexta-feira). Brasil: • Ata do Copom, com atenção à sinalização sobre o tamanho do corte de juros em março. • Produção industrial de dezembro (IBGE). • Dados da balança comercial de janeiro (MDIC).
- Do balanço de 2025 ao cenário construtivo para 2026 | Perspectivas para Janeiro
Do balanço de 2025 ao cenário construtivo para 2026 O ano de 2025 foi marcado por elevada volatilidade nos mercados globais, mas encerrou com desempenho positivo, sustentado principalmente pelo avanço da inteligência artificial. No Brasil, o cenário foi especialmente favorável, com forte entrada de capital estrangeiro e valorização expressiva do Ibovespa, que fechou o ano próximo de sua máxima histórica. Para 2026, os fatores domésticos devem ganhar maior relevância, com destaque para a trajetória dos juros e o cenário eleitoral. A expectativa de início do ciclo de cortes da Selic, combinada a um ambiente externo mais favorável, sustenta uma visão construtiva para os ativos de risco no Brasil. Nesse contexto, os analistas XP reforçam a importância de uma estratégia bem diversificada, com foco em ativos de qualidade e visão de longo prazo. O relatório Onde Investir em 2026 aprofunda essas análises. Acesse os relatórios completos com a Retrospectiva 2025 e Onde Investir em 2026 nos links abaixo e entenda as melhores oportunidades para o seu perfil. Quanto mais você se informa, melhor você investe
- O que esperar para o próximo ano? | Perspectivas para 2026
O que esperar para o próximo ano? Os últimos meses mostraram que 2025 foi um ano de forte volatilidade e rápidas mudanças no cenário econômico global. A combinação de inovação tecnológica, ajustes macroeconômicos e transformações geopolíticas exigiu atenção redobrada dos investidores — e 2026 não deve ser diferente. O novo relatório “Onde Investir em 2026” já está disponível para orientar você nas decisões do próximo ano. Nele, destacamos: 1. Juros: expectativa de início dos cortes da Selic, possivelmente em até 3pp para 2026, enquanto os EUA devem seguir reduzindo suas taxas - um ambiente favorável para ativos de risco. 2. Eleições: os rumos fiscais pós 2027 devem ganhar protagonismo na precificação dos ativos. 3. Estratégia: um ano que deve seguir marcado por volatilidade, reforçando a importância de diversificação, foco em ativos de qualidade e visão de longo prazo. Se 2025 exigiu adaptabilidade, 2026 exigirá planejamento. Acesse o relatório completo e entenda as melhores oportunidades para o seu perfil no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.
- Mercado brasileiro segue em alta | Perspectivas Dezembro/25
Mercado brasileiro segue em alta Enquanto novembro trouxe um desempenho fraco para os mercados globais, o Brasil manteve um ritmo de alta consistente. O Ibovespa avançou 6,4% em reais e 7,3% em dólares, sustentando a tendência positiva iniciada em meados de outubro. No exterior, as bolsas ficaram praticamente estáveis: ações de tecnologia e IA caíram no início do mês e só se recuperaram na segunda metade. No Brasil, fatores domésticos começaram a ganhar mais peso. A queda dos juros tem sido o principal catalisador. Historicamente, ciclos de afrouxamento monetário no país impulsionam fortemente a Bolsa — nos últimos oito episódios, o Ibovespa subiu, em média, 39%. O mesmo efeito ocorre quando os EUA iniciam cortes de juros, período em que as ações brasileiras registraram retornos médios de 41%. Para 2026, o mercado deve contar com a combinação desses dois vetores: juros menores no Brasil e nos EUA, um ambiente historicamente favorável para ativos de risco. Diante disso, os analistas da XP elevaram a projeção do valor justo do Ibovespa para 185 mil pontos até o fim de 2026, considerando a queda das taxas reais de longo prazo e a expectativa de nova expansão de múltiplos. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo no link.
- Outubro de contrastes: correção, virada e novos recordes | Perspectivas Novembro/25
Outubro de contrastes: correção, virada e novos recordes Outubro foi um mês de sinais trocados. Após uma correção na primeira quinzena, o Ibovespa recuperou força e voltou a subir, atingindo novas máximas históricas em reais e se aproximando dos 150 mil pontos. Na política, o destaque ficou por conta da aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, acompanhada de novas medidas compensatórias, como a retenção de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais. Lá fora, Estados Unidos e China voltaram a protagonizar tensões comerciais, mas o impasse durou pouco — o mês terminou com um acordo que acalmou os mercados. Por aqui, dados mais favoráveis do IPCA e a melhora nas expectativas de inflação abriram espaço para uma visão mais positiva sobre o ciclo de corte de juros. Os analistas da XP seguem projetando o Ibovespa em 170 mil pontos até o fim de 2026. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo no link.
- Macro Global Favorável | Perspectivas Outubro/25
Macro Global Favorável Setembro trouxe mais um mês positivo para os mercados globais, impulsionados pela retomada do ciclo de cortes do Federal Reserve. O movimento beneficiou emergentes, incluindo o Brasil, onde o Ibovespa renovou suas máximas históricas e subiu 3,4% em reais e 5,6% em dólares. O dólar recuou 2,0%, encerrando o mês a R$ 5,32 após ter sido negociado abaixo de R$ 5,30 durante o mês. Já o Copom manteve a Taxa Selic em 15% e não sinalizou cortes próximos. Os analistas XP projetam início do afrouxamento monetário no Brasil apenas em janeiro de 2026. Mantendo sua visão construtiva, a XP indica um preço justo do Ibovespa em 170 mil pontos para o final de 2026. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo no link.
- Resiliência com otimismo renovado | Perspectivas Setembro/25
Resiliência com otimismo renovado Agosto foi positivo para os mercados globais e domésticos. Após um julho fraco, as ações brasileiras se recuperaram, impulsionadas por um ambiente externo favorável e resultados do 2T25 acima do esperado. O Ibovespa avançou 6,3% em reais e 9,4% em dólares, retomando as máximas históricas. No Brasil, cresceram as preocupações com a atividade econômica: as vendas do varejo em junho vieram abaixo do previsto, sobretudo nos setores mais dependentes de crédito. Por outro lado, o mercado de trabalho mostrou força, com o Caged de julho registrando criação positiva de vagas formais. A XP mantém sua projeção de valor justo do Ibovespa em 150 mil pontos para o fim de 2025. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo
- Sentimento defensivo marca início do 2º semestre | Perspectivas Agosto/25
Sentimento defensivo marca início do 2º semestre Julho foi positivo para os mercados globais, mas as ações brasileiras recuaram após cinco meses de alta. O anúncio de tarifas de 50% pelos EUA sobre produtos brasileiros provocou a saída de R$12,5 bilhões em capital estrangeiro, principal fator da queda. O real também se desvalorizou 3%. O início do 2º semestre de 2025 tem sido marcado por aumento de incertezas, com tensões comerciais entre EUA e Brasil e especulações sobre medidas recíprocas. O cenário político interno também contribuiu para a cautela, impulsionando a busca por proteção diante da inclinação da curva de juros e da fraqueza do real. Por outro lado, isenções anunciadas, que abrangem cerca de 35% das exportações, devem amenizar o impacto. A XP mantém a projeção do valor justo do Ibovespa em 150 mil pontos. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo
- Inteligência Artificial - aliada ou vilã para quem atua no mercado de trabalho?
A 20 anos atrás quando defendi a minha tese de mestrado sobre “Inteligência em Marketing” o objetivo era dissertar sobre até onde as máquinas poderiam substituir o ser humano nas tomadas de decisões mercadológicas e naquela época a conclusão que chegamos é que estávamos muito próximos disso. Hoje em dia com toda a evolução tecnológica e o aparecimento da Inteligência Artificial (IA) acessível a todos e num nível absurdo de desenvolvimento, ainda pairam na cabeça de muitas pessoas uma questão bastante correlata àquela de anos atrás, ou seja, quando será que as máquinas irão substituir o ser humano no mercado de trabalho? É verdade que IA tem transformado profundamente o ambiente corporativo, trazendo uma série de benefícios que impactam diretamente a vida dos executivos. Entre as principais vantagens, destacam-se a automação de tarefas rotineiras, permitindo que lideranças foquem em decisões estratégicas, e a análise avançada de dados, que oferece insights precisos para orientar planos e ações. Passados estes 20 anos acompanhando e estudando a evolução da IA, chego a seguinte conclusão: ela veio para somar e não para substituir o ser humano. Para aqueles profissionais que acreditarem nela, que estudam e fazem uso, será uma grande ferramenta para substituir tarefas que agregam pouco valor à atividade “core” do negócio, já para aqueles profissionais que não acreditam e que forem reticentes a sua adoção, a IA definitivamente será um vilão na vida dessas pessoas.
- Faça do limão uma limonada - O que o tarifaço tem de bom para o Brasil?
Quando a gente ouve falar em "novas tarifas" ou "aumento de impostos" sobre o que vem de fora, a primeira reação pode ser de preocupação. Parece que a vida vai ficar mais difícil, né? Mas e se a gente olhasse para essa situação como um desafio que pode nos impulsionar? Assim como o ditado "fazer do limão uma limonada", quero convidar você a pensar no que o tal "tarifaço" pode, de verdade, trazer de bom e de novas chances para o nosso Brasil. Um dos pontos mais interessantes é que, quando fica mais caro ou complicado trazer coisas de outros países, a gente acaba olhando mais para o que é feito aqui dentro de casa. Isso dá um "empurrão" para as nossas próprias fábricas e empresas crescerem, gerando mais empregos para a nossa gente e fazendo o dinheiro circular por aqui mesmo. E mais: essa necessidade de "se virar" pode forçar nossas empresas a serem mais criativas, a acharem jeitos novos e melhores de fazer seus produtos, o que as deixa mais espertas e eficientes. Com isso, o Brasil pode se tornar mais "dono do seu nariz", dependendo menos de produtos essenciais que vêm de fora. No fim das contas, o que parece ser um obstáculo pode virar a faísca que precisamos para um crescimento mais autônomo e firme. É um convite para as nossas empresas pensarem "fora da caixa", reinventarem seus jeitos de trabalhar e para o nosso país organizar melhor suas trocas com o mundo, buscando uma economia mais robusta e menos sujeita a surpresas. E você, como enxerga essas possibilidades? Que mudanças sua empresa está pensando em fazer para aproveitar esse novo momento?
- Alta impulsionada por fluxos estrangeiros | Perspectivas Julho/25
Alta impulsionada por fluxos estrangeiros Depois de um 2024 fraco para as ações brasileiras, 2025 começou com o pé direito. No primeiro semestre, o Ibovespa subiu 15,4% em reais e expressivos 31,3% em dólares, impulsionado principalmente pela entrada de capital estrangeiro. O Brasil se destacou como um dos mercados de melhor desempenho global no período. Em junho, o ritmo de alta foi mais moderado: 1,3% em reais e 6,5% em dólares, puxado pela valorização do real, que encerrou o mês cotado abaixo de R$ 5,50. No cenário doméstico, o Banco Central elevou a Selic para 15,00%, o que indica o provável fim do ciclo de alta dos juros. A sinalização, no entanto, é de que a taxa deve permanecer nesse nível por um “período muito prolongado”. Mesmo com a possibilidade de ajustes no curto prazo, os analistas da XP mantêm a projeção de que o Ibovespa atinja os 150 mil pontos até o fim de 2025. Quanto mais você se informa, melhor você investe. Baixe o relatório completo

![Boletim Semanal [02/02]](https://static.wixstatic.com/media/4b4e91_200f5673d6af403e89a7f05bc8855012~mv2.jpg/v1/fit/w_176,h_124,q_80,usm_0.66_1.00_0.01,blur_3,enc_auto/4b4e91_200f5673d6af403e89a7f05bc8855012~mv2.jpg)









