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  • Boletim Semanal [09/03]

    Brasil • Mercado de Ações: Queda generalizada, alinhada a emergentes; realização após rali e impacto externo. • Fluxo Estrangeiro: Entradas líquidas de ~R$ 1,0 bi na semana • Destaques: Braskem +30,3% | Raízen -12,7%. • Macro:   PIB 2025 +2,3% (4T25 +0,1%); atividade fraca no trimestre. Internacional • Aversão ao Risco: Escalada do conflito no Oriente Médio | fechamento do Estreito de Ormuz | salto do petróleo (Brent +27,2% para US$ 93,33) • Mercados: S&P 500 -2,0%, Nasdaq -1,3% • Macro: Payroll EUA fraco (-92k vs +55k esperado) | revisão meta de crescimento da China para 4,5–5,0% (postura fiscal mais conservadora). Visão Estratégica: O cenário para ativos brasileiros segue construtivo no médio prazo, apoiado pelo diferencial de juros e fluxo estrangeiro. No curto prazo, porém, a volatilidade deve permanecer elevada devido ao risco geopolítico, ao movimento do petróleo e aos próximos dados de inflação. Expectativas para a próxima semana - 09 a 13/03 • EUA: CPI (fev) e Core PCE (jan) + segunda leitura do PIB 4T25. • China: CPI/PPI (fev). • Brasil: IPCA (fev), vendas no varejo e receitas do setor de serviços (jan).

  • Boletim Mensal XP [Macro Mar’2026]

    O mês foi marcado por maior cautela nos mercados globais, diante das tensões geopolíticas e das expectativas sobre o início do ciclo de queda de juros nas principais economias. A economia dos Estados Unidos segue resiliente, enquanto no Brasil os sinais de desaceleração da inflação reforçam a perspectiva de início do ciclo de cortes na taxa Selic ao longo de 2026. No cenário externo, as tensões envolvendo o Irã continuam no radar, especialmente pelo potencial impacto sobre o preço do petróleo e da inflação global. Nesse cenário, mercados emergentes seguem atraindo atenção dos investidores, apoiados por um dólar mais fraco e preços atrativos dos ativos. Para os investidores, o momento reforça a importância de uma alocação equilibrada que combine oportunidades em renda fixa, ainda atrativa, com exposição gradual a ativos de risco, que tendem a se beneficiar de um ciclo de queda de juros ao longo do ano. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Perspectivas para 2026 | O que esperar para o próximo ano?

    O que esperar para o próximo ano? Os últimos meses mostraram que 2025 foi um ano de forte volatilidade e rápidas mudanças no cenário econômico global. A combinação de inovação tecnológica, ajustes macroeconômicos e transformações geopolíticas exigiu atenção redobrada dos investidores — e 2026 não deve ser diferente. O novo relatório “Onde Investir em 2026” já está disponível para orientar você nas decisões do próximo ano. Nele, destacamos: 1. Juros: expectativa de início dos cortes da Selic, possivelmente em até 3pp para 2026, enquanto os EUA devem seguir reduzindo suas taxas - um ambiente favorável para ativos de risco. 2. Eleições: os rumos fiscais pós 2027 devem ganhar protagonismo na precificação dos ativos. 3. Estratégia: um ano que deve seguir marcado por volatilidade, reforçando a importância de diversificação, foco em ativos de qualidade e visão de longo prazo. Se 2025 exigiu adaptabilidade, 2026 exigirá planejamento. Acesse o relatório completo e entenda as melhores oportunidades para o seu perfil no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Perspectivas para Fevereiro | Momento histórico para as ações brasileiras

    Momento histórico para as ações brasileiras Janeiro marcou um início muito forte de 2026 para o mercado brasileiro. A tese de enfraquecimento do dólar ganhou força no cenário global, impulsionando outras classes de ativos, como metais preciosos e ações de mercados emergentes. Nesse movimento, o Brasil se destacou como um dos principais beneficiários. O Ibovespa registrou um rali expressivo, com alta de +12,6% em reais e +17,4% em dólares, fortemente sustentado pela entrada de capital estrangeiro, que somou R$ 23,1 bilhões no mês — valor próximo a todo o fluxo líquido observado ao longo de 2025. Com um ambiente mais construtivo para mercados emergentes e para o Brasil, os analistas XP revisaram suas projeções, elevando o valor justo do Ibovespa para 190 mil pontos, com cenário otimista em 235 mil pontos. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Perspectivas para Março | Março reforça o movimento das ações brasileiras

    Março reforça o movimento das ações brasileiras Fevereiro manteve o ritmo forte iniciado em janeiro e consolidou 2026 como um ano positivo para a Bolsa. A rotação global de capital continuou favorecendo mercados emergentes, com dólar mais fraco e busca por ativos a preços mais atrativos. O Brasil seguiu como destaque na entrada de fluxo estrangeiro, sustentando a alta do Ibovespa. Mesmo após a valorização recente, em ciclos de queda de juros o Ibovespa ainda apresenta espaço adicional de alta. Além disso, há diferenças relevantes entre setores e empresas, o que abre oportunidades pontuais. Diante desse cenário, os analistas elevaram o valor justo do Ibovespa para 196 mil pontos, com cenário otimista em 242 mil pontos ao final de 2026. Acesse o relatório completo no link abaixo. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [02/03]

    Brasil • Mercado de Ações: Desempenho negativo após sequência de altas, com rotação de foco para dados micro e resultados corporativos.  • Fluxo Estrangeiro: Fluxo estrangeiro seguiu forte (+R$ 6,0 bi), mesmo com maior dispersão na temporada de resultados  • Destaques: Vivo +6,3% | Minerva -9,2%. Internacional • Exterior: levemente negativo, S&P 500 -0,4% | Nasdaq -0,2%.  • Balanços EUA: Temporada de balanços nos EUA segue sólida (74% acima das expectativas). Visão Estratégica: O cenário permanece construtivo para ativos locais, sustentado por diferencial de juros e fluxo externo. No entanto, com o mercado já acumulando ganhos relevantes em 2026, a captura de retorno tende a depender mais de fundamentos, qualidade dos resultados e disciplina na alocação. Expectativas para a próxima semana - 02 a 06/03 • Brasil: Destaque para o IPCA-15 de fevereiro e dados de crédito/consumo.  • Internacional: PPI dos EUA e sondagens de atividade global no radar de mercado.

  • Boletim Semanal [23/02]

    Brasil • Liquidez reduzida com desempenho consistente. • Curva de juros levemente em queda. • Destaques: Axia Energia +4,7% / +7,9% (ações e units)  | Pão de Açúcar -11,9%. Internacional • EUA: S&P 500 +1,1% | Nasdaq +1,1%. • PCE acima do esperado e PIB dos EUA mais fraco. • Balanços: 75% das empresas do S&P 500 superaram estimativas. Visão Estratégica: O ambiente ainda favorece risco em mercados emergentes, mas de maneira mais seletiva. A captura de retorno passa a depender mais da qualidade dos ativos e da consistência. Expectativas para a próxima semana - 23 a 27/02 • Brasil: IPCA-15 de fevereiro, Caged (emprego formal) e dados de crédito e setor externo. • Internacional: PPI nos EUA, sondagens de atividade e decisão de juros na China.

  • Boletim Semanal [16/02]

    Brasil • Fluxo estrangeiro forte (+R$ 4,2 bi na semana | +R$ 33,5 bi em 2026). • Temporada de resultados ganha protagonismo. • Destaques: Suzano +16,2%, Cogna -9,2% Internacional • Exterior pressionado: S&P 500 -1,4% | Nasdaq -1,4%, impactados por preocupações com o tema de inteligência artificial • Dados macro EUA: Emprego acima do esperado e CPI de janeiro levemente abaixo das expectativas • Balanços: Temporada de resultados segue sólida com 76% das empresas do S&P 500 superando as estimativas. Leitura Estratégica: O fluxo global segue favorecendo o Brasil, porém o mercado entra em fase mais seletiva, o foco agora está na qualidade dos balanços e nos fundamentos. Expectativas para a próxima semana - 16 a 20/02 • EUA: Destaque para PIB do 4T25 e indicador de inflação PCE.   • Brasil: Semana curta por Carnaval.

  • Boletim Semanal [09/02]

    Brasil Mercado de Ações: Início de fevereiro positivo, porém em ritmo mais contido após o forte rali de janeiro. Fluxo Estrangeiro: Entrada líquida de +R$ 2,9 bi na semana. Temporada de Resultados: Itaú +2,8%, Bradesco -3,3%, Santander -6,5%. Destaques: C&A +9,3% | Totvs -15,0%. • Commodities: Petrobras em queda; Vale encerrou a semana em leve alta. Internacional Exterior pressionado: S&P 500 -0,1%, Nasdaq -1,9%, com rotação para Dow Jones (+2,5%) e Russell 2000 (+1,2%). Tecnologia: Pressão sobre big techs e maior ceticismo sobre retornos em IA. Balanços: Temporada segue sólida, com 79% das empresas do S&P 500 superando expectativas. Expectativas para a próxima semana - 09 a 13/02 EUA: Payroll e inflação (CPI) China: PPI e CPI de janeiro Brasil: IPCA de janeiro, vendas no varejo (PMC) e serviços (PMS).

  • Boletim Mensal XP [ Alocação Fev’2026]

    O mês foi marcado por mudanças relevantes na geopolítica global, com a nova Estratégia de Defesa dos EUA e seus desdobramentos recentes. Mesmo diante das incertezas, a economia americana segue resiliente, apoiada por investimentos em IA e políticas expansionistas, o que elevou as perspectivas de crescimento global para 2026. A indicação para a presidência do Fed reduziu riscos de politização da política monetária, trazendo maior equilíbrio às expectativas de juros. Nesse ambiente, os mercados emergentes — especialmente o Brasil — continuam se destacando, beneficiados pelo dólar mais fraco, rotação de fluxos globais e commodities em alta, com a bolsa renovando máximas históricas. Quanto mais você se informa, melhor você investe.

  • Boletim Semanal [02/02]

    Brasil Mercado de Ações: Continuidade do rali com fluxo estrangeiro de +R$ 5,3 bi na semana.     • Destaques: Raízen +27,2% | Embraer -6,7% Macroeconomia:     • IPCA-15 de janeiro veio levemente abaixo das expectativas.     • Copom manteve a Selic em 15,00%, sinalizando início dos cortes em março. Internacional Ações Americanas: Semana mista, com S&P 500 (+0,3%) e Nasdaq (-0,2%). Fed: Juros mantidos, com comunicado levemente belicoso. Metais Preciosos: Forte correção no fim da semana, ouro (-9,8%) e prata (-27,9%). Expectativas para a próxima semana - 01 a 06/02 EUA: Dados do mercado de trabalho, com foco no Payroll (sexta-feira). Brasil:     • Ata do Copom, com atenção à sinalização sobre o tamanho do corte de juros em março.     • Produção industrial de dezembro (IBGE).     • Dados da balança comercial de janeiro (MDIC).

  • Do balanço de 2025 ao cenário construtivo para 2026 | Perspectivas para Janeiro

    Do balanço de 2025 ao cenário construtivo para 2026 O ano de 2025 foi marcado por elevada volatilidade nos mercados globais, mas encerrou com desempenho positivo, sustentado principalmente pelo avanço da inteligência artificial. No Brasil, o cenário foi especialmente favorável, com forte entrada de capital estrangeiro e valorização expressiva do Ibovespa, que fechou o ano próximo de sua máxima histórica. Para 2026, os fatores domésticos devem ganhar maior relevância, com destaque para a trajetória dos juros e o cenário eleitoral. A expectativa de início do ciclo de cortes da Selic, combinada a um ambiente externo mais favorável, sustenta uma visão construtiva para os ativos de risco no Brasil. Nesse contexto, os analistas XP reforçam a importância de uma estratégia bem diversificada, com foco em ativos de qualidade e visão de longo prazo. O relatório Onde Investir em 2026 aprofunda essas análises. Acesse os relatórios completos com a Retrospectiva 2025 e Onde Investir em 2026 nos links abaixo e entenda as melhores oportunidades para o seu perfil. Quanto mais você se informa, melhor você investe

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